Você sabe como foi o caminho que Mark Zuckerberg percorreu para chegar na ideia do formato que temos hoje do Facebook?
Não? Então acompanhe aqui que eu te conto!

Quando Mark Zuckerberg estudava na Universidade de Harvard, em 2003, ele tinha apenas 20 anos. Zuckerberg decidiu juntar-se com seus colegas, Dustin Moskovitz e Chris Hughes e o brasileiro Eduardo Saverin, para desenvolver uma rede social exclusiva para o campus. E aí, em 2004, foi lançada.

Chamava-se “The Facebook” inicialmente utilizado apenas pelos estudantes da universidade, e só entrava quem era convidado.

Em 2005 mudaram o nome apenas para “Facebook” e se expandiu para além da faculdade de Harvard atingindo 5 milhões de usuários.

Já em 2006, eles decidiram abrir a rede social para qualquer usuário. E começou a ter uma aparência que se aproxima do que a gente conhece hoje. Com o Feed, até então cronológico.

Em 2007, com a rede já bombando em mais de 50 milhões de usuários, o Facebook decidiu deixar a rede mais responsiva pensando na versão mobile. Um tempo bem favorável para pensar nisso, afinal era uma época em que a microsoft havia comprado uma participação na rede social.

2009 foi o ano marcado pelo surgimento do “like”, pensa só, inovou o que a gente vive até os dias de hoje, uma das métricas mais importantes para anunciantes, o “curtir”. E foi também o primeiro ano de lucro do facebook.

E 2010 foi o ano do lançamento do filme “a rede social” o qual contou toda essa história até aqui vivida. Na verdade, esse ano veio com tudo, 500 milhões de pessoas conectadas! Começaram algumas mudanças em relação ao layout para poder deixar ele o mais limpo possível, já que neste ano mais de 20% dos usuários usavam a rede no smartphone. Então lançaram a ferramenta de marcar as pessoas, assim aumentando as conexões e compartilhamentos. Também surgiu a ferramenta “check in” que foi o marco para os estabelecimentos se interessarem pelo facebook.

A partir disso, tudo foi feito em função do uso em smartphones, pois é uma questão comportamental, hoje em dia não saímos mais sem eles, viraram uma extensão do nosso corpo. Imagina como seria para Zuckerberg pensar em “estar nos nossos bolsos 24 horas por dia”? Isso explica o porquê em 2012, ele comprou instagram. Um aplicativo de compartilhamento instantâneo de fotos que estava bombando pois seu formato era muito interessante: comunicação reduzida a fotos e pouco texto.

Em 2014, a empresa Facebook compra Whatsapp, se aproximando ainda mais do consumidor final que compartilha informações o dia inteiro nas 3 redes sociais sociais que agora fazem parte de um único grupo.

Cada vez mais, uso da tecnologia de Big Data foi se fazendo presente.  Afinal tudo o que é compartilhado no WhatsApp, Instagram e Facebook contém opiniões, preferências e desejos para personalizar cada vez mais o conteúdo e otimizar o patrocínio de empresas.

Em 2021 Facebook vira Meta
O grupo dono do Facebook, Instagram e do WhatsApp, passa a se chamar Meta. O app e o endereço facebook.com continuam com o mesmo nome, o que muda é o nome da marca mãe.

A nova marca é uma referência a metaverso, o mundo dos espaços virtuais.

Futuramente o grupo Facebook (agora, Meta) não quer mais ser apenas um grupo de redes sociais mas sim um grupo que representa a conexão entre pessoas, a criação de realidades e comportamentos em algo como um videogame 3D.

Quais serão os próximos passos? Palpites?